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Quem tem a vontade firme modela o mundo a seu bel-prazer. A força que vosso espírito exerce sobre o corpo é maravilhosa. Seja, portanto, o espírito, o seu senhor.

-- Antonio Paiva Rodrigues


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variedade de idéias anteriores, hábitos e opções disponíveis.

Freud assume que o modelo mental e comportamental normal e saudável tem a
finalidade de reduzir esta tensão a níveis aceitáveis. Assim, um indivíduo com uma
necessidade procurará efetuar atividades que possam reduzir esta tensão original.

Estas tensões são resolvidas pela volta do corpo ao nível de equilíbrio que havia
antes da necessidade emergir. A este ciclo completo de comportamento que parte
do repouso para a tensão e a atividade, e volta para o repouso, é denominado por
Freud de modelo de tensão-redução.


Um instinto segundo Freud é uma capacidade ou necessidade inata de reagir a um
determinado conjunto de estímulos de um modo estereotipado ou constante.

Um impulso é um constituinte psíquico, geneticamente determinado que, quando em
ação, produz um estado de excitação psíquica ou, como se diz frequentemente, de
tensão.

Embora seja possível catalagor uma série ampla de instintos, Freud tentou reduzir
esta diversidade a dois grupos específicos: instintos de vida e instintos de morte.

Fazem parte dos instintos de vida aqueles instintos que objetivam a autopreservação
da pessoa e, os instintos sexuais, a preservação da espécie. Contudo, os instintos
mais conhecidos são os sexuais, cuja característica principal segundo Freud, é o
surgimento em diferentes regiões do corpo. Os instintos sexuais são flexíveis e
podem mudar facilmente seus objetivos e objetos.

Os instintos de morte são os instintos cuja energia é dirigida num sentido destrutivo,
cuja finalidade é reduzir o complexo molecular vivo à complexos inorgânicos mais
simples.

Freud afirma também que, o inconsciente determina um papel preponderante na
determinação do comportamento do indivíduo.

A psicanálise tal como Freud a colocou, diz-nos que não somos os donos de nossas
mentes. Somos dominados e até mesmo dirigidos, por processos mentais
inconscientes, por desejos, medos, conflitos e fantasias.

A teoria do aparelho psíquico foi reformulada por volta de 1923. É nesta segunda
teoria do aparelho psíquico que Freud apresenta os conceitos de id, ego e superego
para referir a três sistemas de personalidade.

Segundo tal teoria, o id constitui o reservatório de energia psíquica, onde se
localizam as pulsões de vida e de morte. É uma parte biológica, hereditária e
irracional, que constitui todos os indivíduos e procura satisfazer a líbido e os
impulsos sexuais.

O ego é a parte do aparelho psíquico que está em contato com a realidade externa,
"em consequência da conexão pré-estabelecida entre a percepção sensorial e a
ação muscular, o ego tem sob seu comando o controle voluntário. Ele tem a tarefa
de autopreservação. Com referência aos acontecimentos externos desempenha
essa missão dando-se conta dos estímulos externos, armazenando experiência sob
eles na (memória), evitando estímulos excessivamente internos (mediante fuga),
lidando com estímulos moderados através de (adaptação) e finalmente, aprendendo
a produzir modificações convenientes no mundo externo, em seu próprio benefício
(através da atividade). Com referência aos acontecimentos internos, em relação ao
id, ele desempenha essa missão mantendo controle sobre as exigências dos
instintos, decidindo se devem ou não ser satisfeitas adiando essa satisfação para
ocasiões e circunstâncias favoráveis no mundo externo ou suprimindo inteiramente
as suas excitações. É dirigido, em sua atividade, pela consideração das tensões
produzidas pelos estímulos".


O conteúdo do superergo refere-se as exigências socias e culturais adquiridas no
meio, visto que, o indivíduo pertence sempre a um grupo social do qual recebe
influências constantes. Desse grupo vai absorvendo aos poucos, idéias morais,
religiosas, regras de conduta e outras, que vão constituir uma parte de sua
personalidade.

Freud em suas investigações na prática clínica sobre as causas e funcionamento
das ne


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“Qualquer um pode zangar-se- isto é fácil. Mas zangar-se com a pessoa certa, na medida certa, na hora certa, pelo motivo certo e da maneira certa- não é fácil”

-- (Aristóteles).


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