Motivacao e Satisfacao no Trabalho
o que o que se está a comparar. Por exemplo, o sujeito que se está a comparar dá 1 e recebe 1 enquanto que o outro dá 1 mas recebe 2.
III. Iniquidade por excesso - ambos dão recursos em igual montante mas o sujeito que se está a comparar recebe mais do que o outro.
Posto isto, podemos apontar algumas medidas adoptadas pelos sujeitos, algumas de natureza comportamental e outras de carácter cognitivo, quando são confrontados com sentimentos de iniquidade:
* Modificar a quantidade de recursos que emprega na realização das suas tarefas;
* Escolher termos de comparação diferentes;
* Abandonar o local de trabalho.
Resumindo, esta teoria aponta a recompensa como factor capaz de interferir no processo motivacional o qual integra uma componente social resultante do processo de comparação, além da componente individual.
1.4. A teoria da convergência
Tendo por um lado as teorias do conteúdo e por outro as teorias do processo, chegamos à inevitável questão: qual a melhor perspectiva e qual o modelo a aplicar?
A resposta é que ambas as perspectivas são as melhores e apenas temos de as fazer convergir num só modelo. O modelo Porter - Lawler.
(1) Se a recompensa do esforço a dispensar tiver valor para o indivíduo, este sente-se motivado.
(2) Para o sujeito estar motivado é necessário que percepcione a relação entre o esforço que terá de despender e a recompensa ou expectativa.
(3) Esforço a despender.
(4) As aptidões e traços pessoais podem condicionar o desempenho do sujeito.
(5) A forma como o sujeito vê o seu trabalho na relação com a organização.
(6) Nível de desempenho alcançado
(7A) Recompensas relativas à tarefa ou intrínsecas (semelhantes aos factores motivacionais de Herzberg).
(7B) Recompensas extrínsecas (semelhantes aos factores de higiene de Herzberg).
(8) A recompensa não é a única medida de satisfação, o trabalhador define pessoalmente a contribuição que a organização espera dele e as recompensas percebidas como justas.
(9)
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